O Allevamento Di Bensdorp.

O Allevamento Di Bensdorp tem por filosofia o aprimoramento e aperfeiçoamento das raças que cria, visando principalmente saúde, padrão de raça e temperamento. Nossos acasalamentos são realizados através de um planejamento genético de antepassados para que nossos clientes tenham a certeza da aquisição de um ótimo exemplar da raça escolhida. Nosso acompanhamento pós-venda dá suporte aos clientes e acompanha o desenvolvimento de cada cão. O canil está localizado em São Paulo, numa região considerada como o segundo melhor clima do mundo, numa área de 6000 m² com muito verde e ar puro, proporcionando aos cães uma boa qualidade de vida. Nossa estrutura possui baias individuais, maternidades, berçários, sala de atendimento e sala de banho, que passam por limpeza e higienização diária com produtos e acessórios especializados, para a saúde e bem-estar de nossos animais. Alimentamos nossos cães com rações premiun especial Premier Pet e Guabi e utilizamos, para um melhor desenvolvimento e performance em competições, a linha de produtos Vetnil. Nosso brasão representa nosso ideal profissional: qualidade aliada à credibilidade. A simbologia envolve os seguintes elementos: 1) Flor-de-lis: a pureza das raças dos cães. 2) Cruz-de-Malta: Proteção 3) Sol: Símbolo da criação universal 4) Leões: Valentia, realeza, coragem, combatividade, liderança. 5) Estandartes: Levar à frente nosso ideal. 6) A frase latina:“In Hoc Signo Vinces” que significa “Com este símbolo vencerás”, representa nosso ideal em promovermos o melhor de cada raça.

CANE CORSO

“Único canil de CANE CORSO no Brasil a importar cães de um dos mais importortantes criadores do mundo – All. Del Rosso Malpelo de Simona Tanzarella” “Controle de displasia coxofemoral em CANE CORSO até a quarta geração ascedente.”?

Coton de Tulear

“Qualidade genética em COTON DE TULEAR

reconhecida e utilizada por criadores nos EUA.”

Dalmata

“DÁLMATAS descendentes do mundialmente famoso canil ZAGREB DALS - ARGENTINA e de importantes e tradicionais linhagens brasileiras.”

Schnauzer Miniatura

“Schnauzer Miniatura ou Zwergschnauzer é uma raça originária da Alemanha. Muito ativo e excelente caçador de roedores, essas características fizeram o Schnauzer ser popular entre os antigos fazendeiros alemães.”

Exposições

Veja aqui fotos de algumas exposições que participamos There are some of the dogs bred we have exported.

Displasia / Hip Dysplasia

A DISPLASIA COXOFEMORAL EM CÃES

A displasia coxofemoral se trata de uma doença multifatorial (quando uma característica é determinada pelo efeito combinado de muitos fatores ambientais e genéticos), onde ocorre uma subluxação da articulação devido à instabilidade, ou flacidez, da articulação e que evolui para a degeneração da articulação. É uma patologia que atinge grande parte da população canina, principalmente em raças de grande porte e de crescimento rápido. Atinge igualmente machos e fêmeas, comprometendo uma ou duas articulações coxofemorais. A transmissão é hereditária porém recebe influências ambientais sendo de caráter poligênico, recessivo e intermitente. Incide em raças como São Bernardo, Pastor Alemão, Boxer, Rottwailler, entre outros, entretanto os animais de pequeno porte não estão isentos de sofrer este distúrbio. Atinge os dois sexos, e pode afetar uma ou ambas as articulações. A herdabilidade (estimativa simples da importância relativa dos fatores genéticos e ambientais na contribuição para a etiologia de uma doença) da displasia coxofemoral é muito variável, sendo relatada como de 0,17 a 0,60, porém, a média da herdabilidade está aproximadamente entre 0,25 a 0,50, sendo este valor suficiente para justificar a seleção individual, ou massal, que é a seleção de indivíduos pelo seu próprio fenótipo. No cão ainda não foi reconhecido um padrão claro de herança. Isto significa que muitos cães são afetados geneticamente.Sendo então uma idéia falsa de que a displasia coxofemoral é uma doença 100% herdada e que portanto pode ser evitada somente pela realização de acasalamentos seletivos. No passado, certos veterinários e criadores supunham que esta doença fosse devida a um gene autossômico recessivo.Em diversos estudos sobre displasia em cães Pastor Alemão, os resultados de cruzamento de afetado X afetado mostravam, em média, 86% de prole afetada. Cruzamentos similares de afetado X afetado em labradores produziram em média 63% de prole afetada. Poderíamos atribuir a displasia a um gene recessivo (a) com 86% de penetrância em pastores alemães e 63% de penêtrancia em labradores. No último caso, por exemplo, teríamos 63% dos labradores aa com propenção suficientemente baixa par colocá-los no lado normal. Então, quais os fatores responsáveis por estas diferenças de propenção entre animais aa ? Como a displasia normalmente é diagnosticada pela avaliação subjetiva de uma radiografia ou por apalpação, o erro de classificação é um fator.Ainda, foi demonstrado que nível de alimentação, balanço eletrolítico da dieta e a quantidade de exercício diário durante o início do crescimento afetam a propenção de um animal à displasia. A diferença de propenção também poderia ser devida em parte à ação de alelos em outros locus que, de várias maneiras determinam o modo como a articulação da anca se desenvolve. O importante é entender que qualquer animal que tenha propenção inferior ao valor de limiar, por qualquer que seja a combinação de fatores genéticos e ambientais não terá displasia.

CAUSAS DA DISPLASIA COXOFEMORAL

Múltiplos fatores podem influenciar ou modificar sua manifestação genética.Dentre eles as dietas com alto teor de energia, proteína, cálcio e fósforo, os fatores hormonais dos quais estão envolvidos o estrógeno e a relaxina, também a deficiência de vitamina C, e alterações musculares ou articulares. O hiperestrogenismo materno onde a fonte do estrógeno excessivo é a cadela gestante,é considerado um outro fator etiológico. A idéia de que a displasia ocorre no feto em desenvolvimento exposto a elevadas concentrações de estrógeno no útero, surgiu após a observação feita no início dos anos 50 de que mães de filhotes com displasia possuíam altas concentrações de estrógeno no sangue e na urina. Outro fator é que em cães foi possível aumentar a incidência de displasia coxofemoral dando relaxina a filhotes recém-nascidos ocasionando displasia em Galgo, podendo ser relacionada com a etiopatogenia pois ocorreu espontaneamente. Também pode ser citado que proporcionalmente o cão sintetiza menos vitamina C que outras espécies. Essa vitamina exerce importante papel no estresse e participa da síntese do colágeno,um dos componentes estruturais dos tendões, ligamentos e cartilagens. Considerando o grau de estresse que vive um filhote a necessidade diária aumenta, causando diminuição na síntese do colágeno. Outro fator etiológico a ser observado, são as concentrações plasmáticas de relaxina em cadelas prenhas e em filhotes no período de amamentação. A relaxina passa pelo leite e esse hormônio é responsável pela instabilidade articular nos filhotes. Essa instabilidade levaria à displasia coxofemoral. As causas da displasia podem ser intríncicas a estrutura óssea ou a força do tecido conjuntivo de sustentação, que impede a frouxidão articular. Entretanto, o distúrbio ocorre depois do nascimento, sendo mais provável que se deva a um tônus muscular desproporcionado dos grupos musculares que exercem tração medialmente no quadril, com relação aos que tracionam verticalmente. Essas diferenças podem ter relação com a função neuromuscular, ou com a força muscular. Sendo que a força excessiva retarda a modelagem da cartilagem e faz com que o osso fique com uma força anormal./p>

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da displasia se baseia na anamnese, no exame físico e na avaliação radiográfica das articulações. No exame físico observa-se sintomatologia geral com claudicação do membro posterior a anormalidades na andadura, principalmente após o exercício. O movimento da articulação do coxal limita-se por causa da dor na articulação. A sintomatologia da displasia coxofemoral ocorre principalmente entre os quatro meses até menos de ano de vida. Os cães apresentam dificuldades para levantar , caminhar, correr, saltar e subir escadas. Podem ser reconhecidos clinicamente dois grupos diferentes de cães, um composto por animais de 4 a 12 meses, com o aparecimento dos sintomas de forma aguda, onde os cães exibem uma repentina queda na atividade, juntamente com dor ou claudicação dos membros posteriores, atribuídos à efusão articular, ruptura ou estiramento do ligamento redondo, sinovite, micro fraturas do acetábulo e a perda da cartilagem articular. Já no outro grupo, que é composto por animais mais velhos, cujos sinais clínicos são resultantes da doença degenerativa articular, geralmente há claudicação bilateral, especialmente depois do exercício. Há crepitação, restrição na movimentação da articulação a atrofia muscular. Durante o exame clínico, a palpação é utilizada na constatação de aumentos de volumes e assimetrias, na busca de dor, crepitação e amplitude da movimento articular. Usamos dois exames clínicos para constatação: O Sinal de Ortolani e o Sinal de Bardens. No diagnóstico radiográfico pode ser observado o índice de Norberg. Este baseia-se na determinação dos centros das cabeças femorais e da união dos mesmos por intermédio de uma linha, que possibilitará traçar, a partir de um dos centros uma segunda linha, que tangenciará o bordo acetabular crânio lateral. A união dessas duas linhas formam entre si um ângulo, chamado ângulo de Norberg. Quanto maior o ângulo, maior será a congruência articular. Outros fatores devem ser levados em consideração, tais como o posicionamento do centro da cabeça femoral em relação ao bordo acetabular, o aspecto da linha articular, a presença de alterações articulares degenerativas, e a conformação dos bordos acetabulares, principalmente do crânio lateral. Apesar do diagnóstico radiográfico ser o principal método, estudos mostram que 70% dos animais radiograficamente afetados não apresentam sintomas e somente 30% necessitam de algum tipo de tratamento. Os animais doentes também podem apresentar o dorso arqueado, rotação lateral dos membros afetados, além do andar bamboleante. Para uma interpretação melhor da displasia coxofemoral foi estabelecida uma classificação em graus, que é proposta pela Federação Cinológica Internacional sendo adotada no Brasil: A (HD-): Sem sinais de displasia coxofemoral (apto à reprodução) B (HD+/-): Articulação coxofemoral próxima do normal (apto à reprod.) C (HD+) : Displasia coxofemoral leve (apto à reprodução) D (HD++) : Displasia coxofemoral moderada (inapto à reprodução) E (HD +++): Displasia coxofemoral severa (inapto à reprodução)/p>

CONTROLE GENÉTICO E AMBIENTAL DA DISPLASIA

A displasia é, provavelmente, a mais conhecida das doenças familiares não-monogênicas; ela foi objeto de mais pesquisas e controvérsias do que qualquer outra doença semelhante. Uma das causas de controvérsia é que essa doença tradicionalmente não é diagnosticada com sinais clínicos mas na avaliação subjetiva de uma radiografia. O problema com este método é que na maioria das populações a incidência da doença radiográfica é muito maior do que a incidência clínica. Isto cria imediatamente um hiato entre os veterinários e os criadores porque, freqüentemente, um cão que é capaz de pular um obstáculo de 1,8m de altura é diagnosticado como displásico na radiografia.Para solucionar este problema, criadores e veterinários devem distinguir entre a característica que se quer melhorar e a característica efetivamente medida. No presente momento é claramente a displasia clínica. Como ela é muito difícil de medir e não pode se expressar em idade precoce, o critério de seleção na maioria dos programas de controle é a displasia “radiográfica”, que é prontamente apreciável em idade precoce.O fato de que a displasia radiográfica seja avaliada subjetivamente não desfaz sua utilidade como critério de seleção. O que é preciso é que a displasia radiográfica seja medida numa escala arbitrária e que esta medida tenha uma correlação genética positiva com a displasia clínica. Embora não tenham sido obtidas estimativas dessa relação, as evidências disponíveis indicam que ela é positiva e suficientemente alta par justificar o uso da displasia radiográfica como critério de seleção em programas de controle. A herdabilidade da displasia radiográfica foi estimada em muitas ocasiões e as estimativas usualmente situam-se entre 0,25-0,40. Este é um valor suficientemente alto para justificar um programa de seleção baseado na simples seleção em massa, que é seleção dos indivíduos de acordo com seu próprio fenótipo. Como foi mencionado acima, o fenótipo para displasia radiográfica usualmente é medido numa escala arbitrária. Por exemplo, no controle conjunto da Associação Veterinária Britânica e da Liga de Cães Pastores, nove características radiográficas diferentes de cada anca são valoradas numa escala de (0) ideal a 6 (pior), produzindo uma variação potencial total de escores subjetivos de 0 a 108. Com uma amplitude de escores tão grande, a seleção de características com variação contínua, tais como o peso corporal; com efeito, o sistema de escores da BVA/GSL transformou a displasia radiográfica de uma característica com limiar numa característica multifatorial (quantitativa) convencional. Isto proporciona uma vantagem substancial aos criadores que querem fazer diminuir a incidência e a severidade da displasia coxofemoral. A seleção em qualquer doença multifatorial, que pode ser classificada em muitas categorias, é exatamente a mesma em princípio que a seleção de uma característica de produção como a taxa de crescimento ou peso do velo. Duas conclusões podemos tirar sobre doenças familiares deste tipo: Quanto mais gravemente um indivíduo é afetado, mais freqüentemente e grave será a doença em sua descendência. Entre indivíduos normais, quanto menor for seu parentesco genético com indivíduos afetados e maior a proporção de seus consangüíneos que são normais, menos freqüente e grave a desordem em sua descendência. Não se pode pensar na displasia como uma doença exclusivamente hereditária e que portanto, pode ser somente evitada através de seleção de animais para acasalamento. Na verdade, se tem demonstrado que esta seleção reduz significamente a incidência, mas não elimina totalmente o problema. Fatores não hereditários como o fornecimento aos cães de dietas de alta densidade, tem sido um dos maiores problemas para que os clínicos têm enfrentado atualmente. Exercícios precoces intensos não são aconselhados, ois podem provocar displasias. Aconselha-se, a partir dos três meses, a natação, com o intuito de fortalecer a musculatura pélvica, única estrutura de tecidos moles, que auxilia na manutenção da articulação, que pode ser desenvolvida. Para que haja um controle eficiente da displasia, todos os animas usados na reprodução devem passar por uma seleção radiográfica. Pelo menos os pais dos reprodutores evem ser isentos de displasia e, quanto mais longe formos no controle dos ascendentes, melhor será. Os animais aprovados para a reprodução também o deverão ser quanto a prova dos descendentes. Não basta apresentar articulações coxofemorais normais, pois animais nestas condições podem transmitir a má formação aos seus descendentes. As radiografias não avaliam o genótipo, avaliando somente os aspectos fenotípicos, que são as alterações radiográficas. Animais sem sinais de displasia são portadores dos respectivos gens./p>

CONCLUSÃO

A displasia coxofemoral mostrou-se uma doença complexa, com diferentes níveis de acometimento, e que portanto é indispensável valorização o seu estudo em relação ao controle através da seleção genética, restrição alimentar e restrição de exercícios exaustivos, principalmente em pisos lisos, essencialmente em sua fase de crescimento. No Brasil a falta de informação é o grande problema. O proprietário muitas vezes compra seu cão sem saber do problema e portanto sem pedir ao criador provas de seu controle. O criador por sua vez, por motivo também de ignorância (muito raro) ou por motivos financeiros não exclui um cão displásico de sua criação. A iniciativa do controle deve partir de criadores e de médicos veterinários que junto com novos proprietários podem fazer a radiografia e assim ir eliminando o problema para futuras gerações./p>

NOSSO CONTROLE

Relacionamos abaixo afirmações errôneas, ainda praticadas por alguns criadores:

- “Meus cães correm e pulam, com isso sei que eles não possuem a Displasia” - ERRADO – Vários cães possuem a doença sem esta ter se manifestado. - “Os pais dos meus cães possuem controle, por isso sei que os meus não têm a doença” – ERRADO – O fato dos pais serem isentos, não significa que os filhos não apresentarão a doença, pois a mesma pode vir de gerações anteriores. - “Garanto que o filhote não vai apresentar displasia” - ERRADO - Nenhum criador idôneo pode fazer esta afirmação, por se tratar de uma doença que pode se manifestar até a quinta ou sexta geração, e por se tratar de uma doença multifatorial, ou seja, vários fatores podem desencadeá-la./p>

MITOS E LENDAS

Nosso trabalho visa especialmente o controle da displasia coxofemoral.

A falta de controle e acasalamentos de risco fazem com que a doença se dissemine e cause sofrimento não só aos cães como também aos proprietários. Nossa criação se inicia através de uma rigorosa seleção vinda de nossos cães importados e tendo continuidade com nossos cães nacionais. O controle não se baseia apenas em uma simples radiografia e sim numa radiografia bem posicionada, analisada tecnicamente e com um laudo assinado por um médico veterinário especializado no assunto. Por esse motivo optamos pela utilização das clínicas: CLIMEV-SP, representada pelo Dr. João Marcello C. Secco... e Dr. Ricardo Velasco Moisés.... e PROVET-SP, primeiro Centro de Diagnósticos e Especialidades Veterinárias do país, representado pelos especialistas em Radiologia Veterinária Dr. Carlo Grieco Fratocchi e Dr. Edgar Luís Sommer, médico veterinário responsável pelos departamentos de Radiologia, Ultra-sonografia e Ecocardiografia, é diretor para América do Sul do International Veterinary Radiology Association (IVRA) e membro do comitê de julgamento para a avaliação radiográfica da displasia coxofemoral canina do Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária (CBRV)